Segundo Rui Cristina, a situação foi detetada após o desaparecimento do computador fixo do antigo vice-presidente. O edil explicou ao Correio da Manhã, que as imagens de videovigilância revelaram que Cristiano Cabrita entrou nas instalações da Câmara com uma mala de viagem, tendo o caso sido comunicado ao Ministério Público. "É uma situação grave porque estavam em causa dados sensíveis dos munícipes", disse o autarca ao CM.
O presidente da Câmara informou esta terça-feira o Executivo sobre a participação ao Ministério Público durante a reunião de Câmara.
Em resposta ao jornal, Cristiano Cabrita alega que a situação resultou de um mal-entendido, referindo que foi informado oralmente pelos serviços de que poderia levar o computador para casa enquanto não fosse instalado na sala dos vereadores. Assegura que devolveu todos os equipamentos em perfeitas condições, incluindo um computador, um monitor, um portátil e um telemóvel.
Cristiano Cabrita nega qualquer subtração e classifica a acusação como "falsa, infundada e juridicamente inaceitável". Afirma ainda que não foi contactado pelo Ministério Público e que pretende apresentar uma queixa-crime contra Rui Cristina por difamação e denúncia caluniosa e por se sentir lesado no seu bom nome, lê-se na notícia.