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Saiba aquilo que arruína uma relação
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Muitas vezes, acabamos por reproduzir o modelo dos nossos pais e avós e arruinar a relação que vivemos por não conseguirmos perceber o que não faz falta no seio de um relacionamento.
 
São muitos os entendidos que alertam para as doenças geradas pela relação, na medida em que, um mau relacionamento entre os parceiros, não só prejudica a saúde de cada um dos elementos, como arruína e fragiliza a própria capacidade de entendimento entre dois adultos.
 
No topo daquilo que mais gera doenças conjugais está a comparação com o pai ou com a mãe. Não há relação que resista à constante comparação da mulher ou do marido com os seus pais. Muitas vezes, apetece perguntar se estamos mais interessados nos sogros ou na qualidade da relação que estabelecemos com a pessoa que está ao nosso lado.
 
Na mesma sequência destrutiva para um namoro ou casamento, está a falta de respeito pela privacidade de cada um dos elementos. É importante que se perceba que, um casal se compõe por dois adultos que tomaram a decisão de estarem juntos e que devem respeito mútuo. Tal como a mulher não tem de andar a inspecionar os objetos do marido, igualmente este não tem de se preocupar com as conversas telefónicas da mulher. Quando as pessoas se respeitam e tratam bem mutuamente, este tipo de desconfiança não faz qualquer sentido no seio de uma relação. Quando este respeito não existe, não se pode dizer que exista uma relação, já que duas pessoas estão juntas apenas para se agredirem mutuamente e para destruírem a autoestima do outro.
 
O mesmo se passa com os nomes que se possa chamar ao outro. É importante ter em conta que, o namoro e o casamento é uma livre escolha dos parceiros, pelo que, essa responsabilidade passa pela forma como nos posicionamos na relação e como queremos que o outro nos trate.
 
Quando há nomes ou outro tipo de ofensas, certamente que não é de uma reação de amor que se trata. O mesmo se passa com a traição. Quem ama, não trai. Se há traição, não há relacionamento entre dois adultos que deveriam amar-se e respeitar-se.
 
Qualquer tipo de provocação e comparação com anteriores namorados ou amigos, também gera doenças conjugais, na medida em que degrada a relação. Não faz sentido estar com uma pessoa e a pensar noutra, muito menos a tentar que ela seja como outra que já se amou ou que nem se teve oportunidade de amar.
 
Temos de ser capazes de viver o presente, de valorizar aquela pessoa que temos ao nosso lado e saber decidir se estamos ou não felizes com ela. Não é correto ofender quem quer que seja, muito menos retirar autoestima e liberdade para que cada um siga o seu caminho quando o amor e o respeito não existem.
 
É natural que, muitos de nós tenhamos assistido a esse ambiente nas nossas casas, mas a evolução impõe-nos que alteremos esses erros, que encontremos novas formas de viver as relações com os outros, sobretudo porque ninguém é obrigado a estar com ninguém.
 
Essa liberdade deve dar-nos responsabilidade sobre as nossas escolhas. O casamento dura até que as pessoas estejam felizes uma com a outra. O namoro é uma experiência para as pessoas se conhecerem e saberem o que sentem uma pela outra.
 
Partindo destes pressupostos, temos de ser cada vez melhores pessoas, mais nossos amigos e amigos de quem amamos, já que isso é que é amar alguém.
 
Comece hoje mesmo por avaliar o seu comportamento na relação amorosa que vive. Certamente que vai encontrar aspetos que pode melhorar em prol da vossa saúde e da qualidade do relacionamento. Não se esqueça de que, o casal não precisa de discutir para encontrar novos desafios. É fundamental conversar e encontrar novos interesses e pontos de vista.
 
Não é necessário provocar o outro para alimentar a chama do amor quando isso apenas a destrói. Aposte em momentos de qualidade em conjunto, partilhe o melhor que é e, o que quer ser para si e para a pessoa com quem tem um projeto de vida em comum e um conjunto de interesses que fazem parte da vida dos dois. Acaricie diariamente a sua relação, pois é disso que depende a sua continuidade, saúde, bem-estar e felicidade!
 
Fátima Fernandes
 
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