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Sarampo

Sarampo
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16-03-2018 - 11:52
Nesta altura do ano, repete-se o tema Sarampo por ser uma das infeções virais mais contagiosas, que se transmite entre pessoas através de gotículas ou aerossóis.
 
Habitualmente a doença é benigna mas em alguns casos, pode ser grave ou mesmo fatal.
 
A Direção-Geral da Saúde recomenda a vacinação como forma de prevenir e minimizar os efeitos da doença.
 
Por norma, as crianças são as mais afetadas, no entanto, os adultos também podem vir a contrair a infeção, caos não estejam imunizados. Refira-se que, ninguém fica protegido a 100%, no entanto, a vacina ou o facto de já ter tido a doença, ajudam a aliviar os sintomas e a tornar a infeção menos grave. O simples ato de tossir por parte de uma pessoa infetada, pode transmitir o vírus.
 
Após exposição ao vírus o período de incubação é de 10 a 12 dias, nos adultos este período pode ser mais longo do que nas crianças, podendo chegar aos 21 dias.
 
O Sarampo é caracterizado por um conjunto de manifestações clínicas que se diferenciam entre fases. Na fase inicial, a infeção apresenta-se inespecífica com febre, conjuntivite, coriza e tosse (fase prodrómica ou período catarral); após o qual, surgem pequenos pontos brancos na mucosa oral (manchas de Koplik) que duram de 12 a 18 horas. Estas manchas são muito sugestivas da infecção pelo vírus do sarampo.
 
A fase prodrómica é seguida pelo aparecimento do exantema maculo-papular (manchas da pele), inicialmente no rosto, seguindo-se, o tronco e por último, os membros inferiores. A tosse persistente caracteriza a fase de recuperação ou convalescente, que pode persistir até uma ou duas semanas após o desaparecimento do exantema.
 
Por norma, a doença é benigna e acaba por passar apenas com o alívio da febre e de um ou outro sintoma associado, no entanto, podem ocorrer complicações que afectam aproximadamente 30% dos indivíduos infectados, sendo mais frequente nas crianças pequenas (idades <5 anos) e nos adultos (≥20 anos).
 
As complicações mais comuns são diarreia (8%), otite média (7%), e pneumonia (6%). A principal causa de morte em adultos é a encefalite aguda, uma complicação muito rara do sarampo (0,1%) e que pode ocorrer anos depois da doença aguda. Os adultos têm, geralmente, uma doença mais grave do que as crianças.
 
Segundo a DGS, o Sarampo é uma doença em erradicação, cuja vacina está contemplada no Plano Nacional de Vacinação.
 
A identificação de bolsas importantes da população que não vacinam os seus filhos, por exemplo, por uma postura mais conservadora em relação à vacinação, faz surgir ciclicamente por todo o mundo surtos epidémicos, ainda que breves, desta doença.
 
A vacina contra o sarampo está incluída numa vacina combinada contendo vírus atenuados do sarampo, da parotidite epidémica(papeira) e da rubéola, vacina tríplice ou VASPR. A primeira dose é administrada geralmente aos 12 meses, e recebe-se um reforço aos 5 anos, com o início da idade escolar. A vacina é gratuita.
 
 
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