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Se quer casar, leia isto!
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Uma relação amorosa harmoniosa e saudável é o desejo da maior parte das pessoas, uma vez que o amor constitui o alicerce fundamental para a felicidade do ser humano.
 
Ter uma relação de qualidade, com partilha, entrega, compreensão e cumplicidade está acessível a todos, sendo necessário, segundo Margarida Vieitez, que os parceiros conversem acerca daquilo que os inquieta, expressem livremente os seus sentimentos, digam ao outro aquilo de que mais gostam, não se anulem na relação, sejam capazes de compreender o outro sem perder de vista o respeito por si mesmo.
 
Na sua obra Guerra entre quatro paredes, a autora deixa um conjunto de dicas e de exemplos que podem certamente mudar a forma como se vê uma relação. Para Margarida Vieitez, devemos antes de tudo, confiar na nossa intuição nos primeiros encontros. Perceber o que o outro nos quer dizer e procurar descodificar os sinais, já que, a par da inteligência emocional, a intuição é como que o alerta para aquilo que possa estar menos correto naquela pessoa em relação a nós.
 
É verdade que ninguém é perfeito, mas também é um facto que nem todas as pessoas são compatíveis, seja pelo seu modo de vida, pela sua personalidade, pelas escolhas que faz e daí por diante. Nesse sentido, sabendo quem somos, torna-se fácil deixar que a nossa intuição nos diga se aquela é ou não a pessoa certa.
 
Ao confiarmos na nossa intuição somos capazes de aceitar ou recusar um convite porque somos alertados para aspetos do outro que não são compatíveis connsco. Isso ajuda-nos a estar com pessoas mais parecidas connosco e que vão ao encontro dos nossos valores, já que o que se pretende numa relação é a harmonia e o entendimento, ainda que muitas pessoas se fiquem “pela guerra” como se isso fosse normal.
 
Margarida Vieitez cuja principal atividade profissional é precisamente ajudar casais em crise, não tem dúvidas de que o sucesso ou o insucesso de um relacionamento é determinado nos primeiros encontros. É nessa altura que a nossa intuição nos diz se aquela é ou não uma pessoa adequada para estar ao nosso lado. É nesses momentos iniciais que percebemos a cumplicidade e as diferenças, mas muitas vezes a necessidade de ter um parceiro, de o poder mostrar à sociedade e de poder dizer a nós mesmos que estamos acompanhados, faz com que ignoremos esses sinais do nosso organismo. O que acaba por resultar ou em separação, ou numa vida de tormento em que duas pessoas se suportam somente porque não se conseguem separar.
 
Não é nada disso que se pretende, clarifica a terapeuta de casal e autora da "Guerra entre quatro paredes". O que se pretende é uma relação equilibrada, de qualidade, onde exista amor, compreensão, paz uma boa intimidade e um projeto de vida em comum. É isto que temos de exigir de nós próprios e de quem está ao nosso lado: que sejamos capazes de alimentar diariamente esse nosso projeto de vida conjunto e, tal como uma planta que precisa de ser regada e cuidada, também a relação assim o tem de ser. Não podemos entrar uma relação e depois colocá-la ao sol até que nos lembremos de lá ir cuidar, ou colocar os sentimentos no congelador e esperar que se preservem! Temos de cuidar diariamente de nós mesmos e da pessoa que está ao nosso lado. Temos de continuar a namorar, a conversar a ter prazer em estar juntos.
 
É fundamental que se perceba que a relação precisa de se manter viva e interessante e que, para isso, os seus intervenientes têm de lhe dar algo diariamente. Uma conversa, um elogio, uma brincadeira mostram que o casal está vivo e ativo, que faz planos em conjunto e que gosta um do outro. Quando se ama realmente, existe esta vontade de parte a parte, por isso, não deixe de ouvir a sua intuição, aquilo que “aquela vozinha interior” lhe diz antes de se atirar de cabeça a uma relação. Pense, dê mais tempo e si mesmo e perceba também o que o outro lhe está a dizer e a mostrar. A partir daí tudo se vai encaixando e, em caso de crise e de incapacidade para resolver o problema, peça ajuda a um terapeuta de casal. A leitura desta obra mencionada no texto também pode ser um importante ponto de partida. Já sabe, se vai casar, procure conhecer-se melhor e conhecer melhor a pessoa que terá de ser eleita pelo seu coração e pela sua intuição.
 
Fátima Fernandes
 
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