A sessão contou com a presença do presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, e da vice-presidente com o pelouro do Ambiente, Teresa Correia, bem como dos vice-presidentes Jorge Botelho e Cristiano Cabrita e a Autoridade de Gestão do Programa Regional Algarve 2030.
Participaram igualmente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), o vice-presidente Rogério Silva e as vogais Ana Cristina Carola e Inês Andrade, a diretora regional do Algarve da Agência Portuguesa do Ambiente/ARH, Inês Alves, o presidente do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), Nuno Banza, e o diretor regional do ICNF Carlos Ludovico.
Entre os temas em destaque estiveram a gestão de resíduos, com especial enfoque nos biorresíduos, e a conservação da natureza e biodiversidade. Numa fase em que o Algarve se depara com o problema dos aterros na região, "foi sublinhada a necessidade de acelerar soluções estruturais que promovam a recolha seletiva, a separação e o tratamento eficiente de resíduos, assegurando o cumprimento das metas ambientais nacionais e europeias", assinala a CCDR Algarve em comunicado.
Como resposta, foi apresentado o plano de ação "TERRA", aprovado em 2025, que estabelece como objetivos estratégicos a transformação eficiente de resíduos em recursos ambientais e a promoção de uma gestão sustentável de resíduos.
O plano aposta na prevenção da produção de resíduos, também no reforço da economia circular e no aumento da capacidade de triagem e valorização, contemplando medidas de resposta imediata face aos atuais constrangimentos.
A reunião enquadrou-se no processo de transferência de competências na área do ambiente para as CCDR, tendo em vista a desconcentração coordenada da Administração Pública, que prevê o reforço destas entidades na implementação de políticas ambientais de proximidade.
Foi igualmente destacada a importância de reforçar o investimento na conservação da natureza e biodiversidade para garantir a proteção e valorização dos recursos naturais da região, conclui a nota.