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Sexo com “conta, peso e medida!”
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Sempre se disse que, “quantidade não é sinónimo de qualidade” e, no que se refere ao sexo, cada vez mais esse ditado faz sentido.
 
Tendo por base as conclusões de um estudo, não é necessário praticar muito sexo para obter felicidade e bem-estar.
 
A pressão em torno de “cumprir um calendário” aceite há décadas, acaba por arruinar a intimidade dos casais, reforça o estudo.
 
O trabalho de investigação publicado na revista Society for Personality and Social Psychology, demonstra que, basta fazer sexo uma vez por semana para beneficiar de um conjunto de compensações que só a intimidade entre os casais pode oferecer.
 
Acima de tudo, o estudo sublinha a importância da entrega entre os parceiros, a disponibilidade para entrar na intimidade e o desejo, como fatores essenciais à conquista da felicidade e bem-estar geral.
 
Citados pelo The Guardian, os investigadores do departamento de psicologia da Universidade de Toronto, depois de realizarem inquéritos a 30.000 pessoas chegaram a uma conclusão: basta que um casal pratique sexo uma vez por semana para que absorva todos os seus benefícios, explicando, que para que o casal se sinta feliz não é obrigatório que pratique sexo todos os dias.
 
Com este novo trabalho, percebe-se que, não é o número de relações sexuais que determina a satisfação dos parceiros, mas sim a qualidade do ato em si.
 
Os investigadores sublinham que, “Este é o primeiro estudo a olhar para uma associação curvilínea (e não linear) entre sexo e bem-estar – e o primeiro a olhar para os ‘limites’ desta associação”.
 
Ao mesmo jornal, Amy Muise clarificou que, este trabalho surgiu precisamente da necessidade de responder à pergunta: ‘quantidade é sinónimo de bem-estar no que se refere à intimidade’? E a partir daí desenvolveu-se toda a investigação”. 
 
A  autora do estudo percebeu então que, o amplamente divulgado triângulo “Mais sexo, mais bem-estar, mais felicidade.” que era a trilogia que sustentava as opiniões, formuladas há décadas, não corresponde à realidade.
 
“Este estudo mostra que a pressão deve ficar do lado de fora das relações e que a qualidade do sexo importa mesmo.”
 
A pressão para praticar sexo frequentemente pode afetar a relação dos casais e provocar elevados níveis de stress, sublinha a mesma investigadora.
 
“É importante manter uma conexão íntima com o parceiro sem colocar demasiada pressão na frequência com que se faz sexo”, disse Amy Muise.
 
Amy explicou ainda que os casais muito ocupados, com muitas responsabilidades de trabalho e com filhos, sentem que a pressão para fazer sexo sempre que possível pode mesmo ser stressante, razão pela qual se deve entender a intimidade como um momento de prazer e um pretexto para a união do casal, sem data, hora ou duração marcadas!
 
Fátima Fernandes
 
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