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Somos melhores pessoas quando gostamos mais de nós do que do dinheiro
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À medida em que nos vamos conhecendo melhor percebemos que, somos produto de um sistema, mas que temos uma posição individual perante a grandiosidade.
 
É dentro de nós mesmos, do nosso seio familiar que encontramos a razão da nossa existência. Desse processo de autoconhecimento que dura ao longo de toda a nossa vida, vamos selecionando aquilo que realmente é mais importante para essa qualidade de vida que pretendemos.
 
Há pessoas que não olham umas para as outras porque só estão focadas no dinheiro e nos bens que podem conquistar, enquanto que há outras que têm uma ambição mais contida e capaz de valorizar mais o ser humano que o materialismo. Não me cabe decidir por ninguém, apenas posso dizer que é uma luta perdida pois os bens materiais não são acessíveis a todos da mesma forma e, atendendo à realidade, o planeta não consegue suportar tais níveis de consumo, pelo que seria interessante começarmos a olhar mais uns para os outros e a encontrarmos momentos de felicidade com pequenas coisas!
 
Percebemos o nosso valor, o dos outros e o caminho que queremos prosseguir, sabendo que precisamos de nos agrupar com pessoas com valores comuns para que a nossa individualidade ganhe mais expressão.
 
É dessa perspetiva cooperativa que resulta o nosso conforto pessoal, pois podemos saber que, um grupo só vive para o dinheiro e para a manutenção do seu “Status”, mas que nós podemos valorizar outras coisas, como sendo a qualidade das nossas atitudes e aquilo que nos faz felizes.
 
Não é novidade para ninguém que a felicidade não é algo que nos surge do exterior, mas sim o encontro connosco próprios e com as pessoas que nos devolvem essas emoções positivas, o que quer dizer que, temos de ser nós mesmos a construir a nossa liberdade e os momentos de alegria num sistema que parece “preso e fechado” em si mesmo.
 
Temos de ser capazes de pensar criticamente acerca dos outros para que vamos filtrando a nossa individualidade através daquilo que não queremos imitar. A qualidade do argumento que encontramos para fazer as coisas de uma determinada forma, vai permitir-nos uma orientação mais estável e segura.
 
“Eu sei a razão pela qual gosto mais de pessoas do que de dinheiro”, por isso, oriento as minhas ações nesse sentido e procuro pessoas com valores comuns, mesmo que sejam em pouca quantidade, mas basta que, dentro do meu núcleo familiar tenha essa reciprocidade, já ganho força para afirmar a minha posição na sociedade. Depois, há sempre alguém com valores comuns que se vai encontrando e com quem se pode alimentar esse plano afetivo, basta que estejamos libertos e que saibamos o que queremos.
 
Naturalmente que todos precisamos de qualidade e de ter o mínimo de conforto para nos sentirmos bem, mas talvez não precisemos de só nos focar nesse plano de vida quando a felicidade se encontra nas emoções. Podemos ter tudo, mas em doses moderadas que nos permitam desfrutar da vida com mais qualidade, prazer e alegria.
 
Reparo que os povos mais felizes do mundo se preocupam muito menos com os bens materiais que os outros e, na verdade, possuem mais oferta ao seu dispor, mas assumem o valor das pessoas e o prazer de estar com elas. Este é um desafio para quem se assume “menos materialista” que não está sozinho no mundo, está com todos os que pensam de forma semelhante, pelo que só por isso, vale a pena seguir esse percurso com mais confiança e, já agora, generosidade!
 
Sabemos muito bem a diferença entre o ser humano e a máquina… então porque queremos trabalhar de forma tão repetitiva, desenfriada e sem nexo? Por que não abrandar o ritmo e aproveitar o tempo livre em família? Penso que é tempo de começarmos a pensar mais antes de fazer só por fazer… espero ter ajudado na reflexão, amigo leitor.
 
Fátima Fernandes
 
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