Sociedade

Suspeito de ter matado Lucas Leote detido nos arredores de Paris

Lucas Leote (Foto D.R)
Lucas Leote (Foto D.R)  
O suspeito do homicídio de um jovem de 19 anos, crime que ocorreu há um ano junto à discoteca Lick, na freguesia de Boliqueime, concelho de Loulé, foi detido hoje nos arredores de Paris, em França, anunciou a Polícia Judiciária (PJ).

“O detido será agora entregue às autoridades portuguesas, a fim de ser submetido a interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas”, informou a PJ, adiantando que o inquérito está a ser dirigido pelo Ministério Público da Secção de Loulé do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Faro.
 
O suspeito de homicídio qualificado é “um homem de 21 anos” que, segundo a investigação da PJ, terá “fugido do local, imediatamente a seguir à prática do crime”, que se verificou na madrugada de 23 de agosto de 2019, nas proximidades da referida discoteca.
 
“O conjunto de diligências realizadas permitiu a recolha de relevantes elementos probatórios, culminando na localização do suspeito nos arredores de Paris, onde acabou por ser detido, hoje, por elementos da Direção Central da Policia Judiciária francesa, a pedido das autoridades portuguesas e na presença de elementos da Diretoria do Sul da Polícia Judiciária”, avançou esta organização policial responsável pela investigação criminal em Portugal.
 
Em comunicado, a PJ referiu que a vítima do crime de homicídio qualificado que ocorreu há um ano, um homem de 19 anos, “foi mortalmente atingida por um projétil disparado por arma de fogo”.
 
A vítima pertencia ao ‘staff’ da discoteca Lick e foi baleada mortalmente na cabeça, na madrugada de 23 de agosto de 2019, no exterior do estabelecimento noturno, disse à Lusa, na altura, o gerente do espaço.
 
Na altura, Fernando Pacheco, gerente da Lick, lamentou os acontecimentos ocorridos no exterior do espaço e que “culminaram na morte de um colaborador”, manifestando-se disponível para prestar “todo o apoio às autoridades competentes para que os responsáveis por estes atos sejam levados à justiça o quanto antes”.
 
Algarve Primeiro/Lusa