A Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve - AHETA, apresentou o seu boletim mensal sobre as taxas de ocupação na região.
De acordo com os resultados divulgados, a taxa de ocupação global média/quarto em fevereiro, foi de 40,2%, 3,1 pontos percentuais abaixo do verificado em fevereiro de 2019 (-7,2%). Em termos acumulados, desde o início do ano, este indicador encontra-se 26,0% abaixo (-11,3pp) do verificado no período homólogo de 2019.
Face ao mês homólogo de 2019, as maiores subidas foram registadas nas zonas de Lagos / Sagres (+13,0pp, +54,1%) e Tavira (+10,6pp, +35,1%). As principais quebras ocorreram em Monte Gordo / VRSA e (-20,4pp, -39,5%), Carvoeiro / Armação de Pêra (-12,3pp, -28,0%) e Albufeira (-12.1%, -26,5%).
A zona de Faro / Olhão foi a que registou a taxa de ocupação mais elevada, 57,7%, enquanto a mais baixa ocorreu na zona de Monte Gordo / VRSA, com 31,3%.
Face a 2019, alguns mercados registaram subidas, nomeadamente o nacional (+1,0pp, +20,8%) o espanhol (+0,4pp, +29,2%) e o francês (+0,3pp, +19,2%). As maiores descidas foram as do Reino Unido (-1,7pp, -18,7%) e Alemanha (-1,5pp, -36,8%).
Em fevereiro, a maior fatia das dormidas coube aos turistas britânicos com 25,8%, seguidos pelos portugueses (19,7%), holandeses (14,3%) e alemães (8,7%).
Durante o mesmo mês, os turistas nacionais representaram o maior número de hóspedes em quase todas as zonas com exceção de Vilamoura / Quarteira / Quinta do Lago e Monte Gordo / VRSA, onde a liderança coube aos britânicos e espanhóis, respetivamente.
Relativamente ao número de dormidas, os holandeses foram o principal mercado nas zonas de Monte Gordo / VRSA e Albufeira e os britânicos no município de Loulé e nas zonas compreendidas entre Portimão e Sagres. Nas restantes zonas o maior número de dormidas foi de turistas nacionais.
Quanto ao movimento de passageiros no aeroporto de Faro, a AHETA estima que em fevereiro, terão sido cerca de 185 mil passageiros, o que corresponde a uma descida de 40% face ao mesmo mês de 2019. Já em valores acumulados, desde o início do ano, o movimento de passageiros regista uma descida face ao período homólogo de 2019 de -43%, o que corresponde a menos 245 mil de passageiros.
O Reino Unido, com 41% dos passageiros movimentados, foi a origem/destino mais importante, seguido da Alemanha (13%), França e Portugal (12%) e Holanda (9%).