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Todos sabemos muito bem o que queremos, temos é medo de dizer!
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Na sua obra “Fator Atracão”, Joe Vitale refere um conjunto de passos que precisam de ser dados para se conseguir concretizar o que se deseja, no entanto, o autor realça a importância de assumirmos para nós próprios aquilo que realmente queremos como primeira regra para tudo na vida. Lutamos por aquilo que realmente queremos e no qual colocamos o nosso foco de atenção, sustenta o mesmo escritor e jornalista norte-americano.
 
Joe Vitale não tem dúvidas de que, “todos nós sabemos muito bem o que queremos, temos é medo de dizer” e, é precisamente esse medo de assumir e de afirmar os nossos desejos que nos impede de chegarmos onde queremos. Para o professor metafísico, tudo começa na nossa atitude perante a nossa realidade. Se queremos viver numa casa maior, temos de ter coragem para dizer a nós próprios que efetivamente, queremos uma casa com mais conforto e melhores condições. Temos de visualizar essa casa e dizer frontalmente que a queremos ter. Um ponto importante é olhar para a casa dos nossos sonhos e dizermos que vamos trabalhar para a conquistar. Tirar-lhe uma foto, desenhá-la e guardar essa imagem para ver com regularidade, ajuda-nos a dar forma a esse desejo.
 
Não basta imaginar, temos de saber exatamente o que queremos para o poder atrair, evidencia Joe Vitale na sua obra.
 
O mesmo se passa com um carro, com uma viagem e daí por diante. É fundamental termos a clara imagem daquilo que queremos, afirmar que queremos e trabalhar nesse sentido. No livro “Fator Atracão” são explicadas algumas técnicas para atrair aquilo que se pretende na nossa vida, mas para tal, é preciso querer, é preciso saber como e no que vamos trabalhar para conseguir concretizar esse objetivo. Para este professor e escritor, é fundamental ter muito bem presente aquilo que se quer e a forma como vamos lutar para o tentar alcançar, isto porque “não basta querer, é preciso dar uma forma a esse querer, é preciso trabalhar nesse sentido e ter um foco orientado para o que pretendemos”.
 
Uma solução apresentada por Joe Vitale é tentar perceber o que nos impede de termos sonhos mais arrojados. “Muitas vezes temos medo de ter sucesso na vida pela rejeição de familiares e amigos”. Muitas vezes não desejamos ir mais longe porque incutimos que os ricos são infelizes, temos ideias erradas e ultrapassadas sobre a realidade e, isso acaba por nos afastar do que realmente queremos e desejamos.
Temos de pensar pela positiva: eu quero porque trabalho para isso e mereço. Sou eu que tenho de criar as minhas próprias oportunidades para chegar ao que pretendo. Eu trabalho de forma honesta, estou integrado na sociedade e ajudo a comunidade com o meu trabalho, tenho também o direito de ambicionar mais e ter mais conforto na minha vida.
 
O ponto central para começar a construir o sucesso é escrever numa folha aquilo que realmente se quer. Mostrar claramente a nós próprios que queremos mudar algo na nossa vida. Queremos trabalhar mais para podermos ganhar mais dinheiro, queremos colocar em prática uma nova ideia para acrescentar o nosso orçamento familiar, queremos acreditar que a nossa família e amigos vão ficar felizes com o nosso sucesso, por isso não temos que o temer.
 
Temos, ao mesmo tempo que suprimir as ideias erradas em relação à riqueza. Note-se que, nos filmes era habitual dar a ideia de que os ricos são sempre os vilões. Mas porquê? Provavelmente porque assim interessou durante muito tempo para limitar o acesso das pessoas à riqueza, mas na realidade, a felicidade existe tanto nos mais ricos como nos menos ricos, tudo depende do que cada pessoa deseja para si e para a sua vida e do que consegue concretizar.
 
Um dado importante é ter alguém com quem partilhar esse sucesso, essa felicidade, essa motivação. Essa é também uma base essencial: o amor. O amor ao que se faz, o amor a quem está ao nosso lado, o amor próprio, o amor que se liberta naquilo que fazemos. Os nossos verdadeiros sentimentos suportam a nossa felicidade e dão forma ao prazer de conquistar algo novo, evidencia o mesmo jornalista.
 
Se quer ter mais dinheiro para ir aos EUA, terá de se esforçar mais por isso. Se quer comprar um carro novo, terá de aumentar os seus rendimentos e daí por diante, mas tem de sonhar alto, tem de acreditar que é possível e apostar no seu trabalho para que este seja mais lucrativo. O principal é saber o que se quer, para depois podermos planear como é que vamos trabalhar para o conseguir. Saber o que se quer implica ouvir o nosso eu interior e isso consegue-se com momentos de descompressão, já que vivemos muitas vezes em “piloto automático” e sem pararmos para pensar, sublinha o mesmo professor.
 
O que toda a gente mais quer na vida é amar e ser amado. Quando se consegue o amor, passa-se para a fase seguinte. Melhorar esse amor e entendimento com outra pessoa, valorizar quem está ao nosso lado, e termos mais qualidade de vida e conforto com essa pessoa. Temos planos mais arrojados quando amamos e nos sentimos amados. Quando temos prazer no que fazemos e quando tiramos o teto que herdamos da nossa família. Se nascemos pobres, não temos de permanecer nessa condição. Podemos constituir a nossa família e, com o amor que produzimos dentro de nós, seremos muito mais ambiciosos e capazes de alcançar muitos outros sucessos.
 
Temos de permitir ouvir a nossa voz inconsciente para delinearmos os nossos planos, construirmos os nossos objetivos e orientarmos o nosso foco de atenção. Retirar as crenças negativas e destrutivas e concentrarmo-nos no que realmente queremos. Esta é a base.
 
Joe Vitale aconselha também a que se mude de nível, ou seja, se queremos ganhar mais dinheiro, temos de nos aproximar das “pessoas certas”, temos de estar mais perto de pessoas com mais ambição, com mais contactos e mais abertas para essa realidade. O grupo é muito importante para podermos expandir as nossas ideias. Fazer novos contactos, novos amigos, ajuda-nos a dar forma a esses interesses. Por exemplo, precisamos de tirar um curso de inglês para podermos aceder a outro tipo de público. Na turma já estamos a fazer amigos ou conhecidos com interesses comuns, é logo um ponto de partida para avançar e mudar de nível. O essencial é que cada pessoa faça a sua lista de prioridades, que saiba o que quer e que aposte nessa ideia de forma orientada. Aos poucos, vai encontrando o caminho cada vez com mais clareza de ideias e facilidades.
 
Temos de abrir esse caminho e alargar os nossos horizontes pessoais para que possamos encontrar o nosso foco de atenção. À medida que nos aproximamos da base correta, vamos colhendo o produto daquilo que plantamos e tudo se torna mais fácil. Entramos numa nova rede de contactos, temos convites para outras situações, estamos mais perto das pessoas que nos podem ajudar a ter sucesso. Para isso, temos de melhorar a imagem que temos a nosso respeito. Tenho de perceber se preciso ter mais formação em alguma área concreta, ganhar mais autoconfiança para vender algo, para me integrar num novo grupo, para me aproximar de algumas pessoas. Isso permite-nos a tal mudança de nível e aumenta-nos a ambição de querer subir mais um degrau.
 
Joe Vitale recorda que, a maior parte das pessoas vive no nível dos media, onde só se pensa no sensacionalismo das notícias, onde reside mais pessimismo que otimismo, onde se perde muito tempo e energia com o que pouco nos acrescenta. Temos de ter coragem para subir um degrau: elevarmos o nosso pensamento para podermos ler mais, estudar mais, entrar noutros conhecimentos e criar novas oportunidades. O desafio é lançado no livro “Fator Atracão”.
 
Fátima Fernandes
 
 
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