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Por que é que só amadurecemos a partir dos 40 anos?

Por que é que só amadurecemos a partir dos 40 anos?
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26-08-2018 - 17:48
São muitas as teorias em torno da mente humana, sendo que se fala que o amadurecimento mental só ocorre a partir dos 40 anos.
 
Tendo por base a teoria dos Seténios; um dos pilares da antroposofia, linha de pensamento criada pelo filósofo Rudolf Steiner que estabelece uma espécie de “pedagogia do viver” do ser humano, interagindo com todo o universo, acredita-se que, efetivamente temos de ter em conta cada ciclo de sete anos para compreendermos a nossa própria vida e processo evolutivo.
 
Dentro desse pensamento filosófico há a ideia de ver a vida de forma cíclica, a partir da observação dos ritmos da natureza, divididos em fases de sete anos.
 
O site Fãs da Psicanálise publica que, “o número 7 é, por natureza, um número místico dotado de muito poder em quase todas as culturas conhecidas. Dessa forma, os ciclos da natureza também respeitam uma subdivisão possível de múltiplos de 7”.
 
Neste sentido, e tendo por base a mesma publicação, nos três primeiros ciclos, que compreendem dos 0 a 21 anos, chamados “seténios do corpo”, é quando se amadurece o corpo físico e também acontece a formação da personalidade.
 
Os três ciclos seguintes, dos 21 aos 42 anos, são conhecidos como “seténios da alma”. É a fase em que, superadas as experiências básicas da vida, a pessoa se insere na sociedade e faz as escolhas.
 
“Só a partir dos 42 anos, nos últimos seténios, há usufruto da vida com maturidade, profundidade e espiritualidade”, reforça a mesma publicação.
 
Os Fãs da Psicanálise sublinham que, “no caso das mulheres, a divisão por seténios ajuda a entender os processos do feminino, que vão do amadurecimento à capacidade reprodutiva até a menopausa, quando as forças da reprodução se transformam em força do pensar mais ligadas à introspecção, possibilitando uma ampla visão de vida”.
 
A mesma publicação explica cada seténio evidenciando que, até aos sete anos, ocorrem os valores da infância, designados por ninho.
 
Neste ciclo, ocorre a interação entre o individual (adormecido) e o hereditário. Há ainda o encontro entre a parte espiritual da individualidade e a parte biológica, preparada após a fecundação no ventre materno.
 
O site Fãs da Psicanálise evidenciam que, “a  hereditariedade está bem marcada nas células do corpo no 1º seténio, pela ação das forças herdadas, e são armazenadas nos rins para a vida inteira. Nessa idade, porém, a presença da mãe é fundamental, até que aos sete anos a criança se torne autónoma.
 
Dos 7 aos 14 anos ocorre a troca, já que começam a surgir os dentes permanentes e os órgãos do sistema rítmico, aqueles contidos na caixa torácica (coração e pulmão), amadurecem.
 
“É nesta fase que o mundo externo aparece e, se descobre como se manifestar nesse mundo. Esquematizando de forma gráfica este movimento, há forças entrando e forças saindo, razão pela qual se fala em troca”.
 
Dos 14 aos 21 anos: puberdade/adolescência e crise de identidade
 
A mulher começa a menstruar e o homem torna-se fértil.
 
Essa é a fase onde o ser humano sai do mundo mais paradisíaco e cósmico da infância e entra no mundo terreno. Torna-se cidadão terrestre, coparticipante da cidadania, do seu lugar, sociedade, e do mundo.
 
Dos 21 aos 28 anos é o ciclo dos limites.
 
De acordo com o site Fãs da Psicanálise, esta é a fase em que o ser humano se apresenta com ossos e músculos fortes e se sente no auge da fertilidade.
 
Como se inicia a fase da alma, surge a emoção e dúvidas como: “Escolhi a profissão certa? Que talentos e aptidões deixei para trás? Consegui uma boa relação com o mundo, com o trabalho, com a família e comigo mesmo?”
 
A fase organizacional ocorre entre os  28 e os 35 anos. Esta é a altura em que surgem as primeiras rugas devido ao menor funcionamento do baço e do pâncreas.
 
É nesta fase que surge a crise do talento, uma vez que, temos dúvidas acerca das nossas escolhas, sobre as opções que fizemos e até sobre a profissão que escolhemos.
 
Surge a questão central deste ciclo: “Ocorreu alguma mudança importante na minha vida nos últimos tempos?”
 
Dos 35 aos 42 anos  gera-se a crise de autenticidade. Em termos físicos, fígado perde metade de suas funções e o cabelo começa a cair e esbranquecer.
 
É também a fase da alma e da consciência. As perguntas são: “O que farei daqui para a frente, agora que já passou metade da vida? Acrescentei novos valores à minha vida? Encontrei a minha missão?”
 
Dos 42 aos 49 anos é quando surge o altruísmo x manter a fase expansiva.
 
Os pulmões perdem mais capacidade de oxigenar o sangue, o rosto torna-se descolado, a andropausa e a menopausa chegam nesse setênio.
 
A mesma publicação reporta as perguntas mais marcantes desta fase: “Estou desenvolvendo alguma criatividade nova? Como está o meu casamento? Como está a minha relação com os meus filhos? Já encontrei uma nova atividade ou uma ocupação para os meus tempos livres?”
 
A fase para ouvir o mundo ocorre entre os 49 e os 56 anos, já que é quando há um maior declínio na vitalidade, a energia dos rins e do fígado está mais fraca e surge a incapacidade de eliminar mais toxinas.
 
Vem a fase inspiradora ou moral, e com isso, as perguntas: “Consegui encontrar um novo ritmo de vida? Como está o meu ritmo anual, mensal, semanal e diário?”
 
O site Fãs da Psicanálise ilustra o ciclo dos os 56 aos 63 anos como sendo a fase da abnegação.
 
Neste seténio, os dentes começam a cair, a visão e a audição se tornam mais fracos, os reflexos e a mobilidade passam a sofrer alterações em razão do declínio energético dos órgãos sólidos (coração, baço-pâncreas, fígado e rins).
 
É a etapa mística ou intuitiva: “O que eu consegui realizar? Como estou a cuidar do corpo, da memória, dos órgãos dos sentidos? Como estão os meus bens e aposentadoria?”
 
A fase do “Mestre” ocorre dos  63 aos 70 anos designada pelo ciclo da sabedoria.
 
A criança tem em volta de si uma aura e luz, pois ainda não está totalmente encarnada. É uma fase para evitar os lamentos, já que nem todos alcançam esse privilégio de atingir essa idade e “estatuto”, razão pela qual o tempo deve ser bem aproveitado, dedicado aos que se ama, ao que se gosta de fazer. É uma altura para ensinar o melhor que se sabe e para valorizar os filhos e netos.
 
No décimo seténio, o ser humano deve estar tranquilo, de bem com a vida e com um aspeto saudável. Quando este estado não ocorre é porque existem doenças associadas.
 
Segundo a linha de pensamento do  filósofo Rudolf Steiner “se aceitarmos cada etapa com naturalidade, se soubermos envelhecer respeitando o corpo e cumprindo aquilo que o mesmo nos exige, chegaremos ao fim do nosso percurso com uma mente luminosa, saudável e muito positiva para todos os que se relacionam connosco”.
 
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